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Caipirinha Com Morangos Silvestres

Oie.

E o feriado de 15 de novembro 2016 não foi 100% feriado, mas deu para aproveitar bem e até fazer uma caipirinha com cachaça nova que recebi há quase 1 mês, a Saliníssima.

Na parte da manhã cumpri metade de expediente porque trabalho não tem dia e nem hora, mas sempre sobra um tempinho para distrair um pouco. Aliás, meu tempo livre tenho dedicado ao blog que é um projeto independente e que estou curtindo muito, aprendendo bastante tanto sobre cachaça como redes sociais, além de fazer muitos novos e bons amigos.

Mas, voltando à caipirinha, desta vez a dica é com moranguinhos silvestres que colhi no meu recanto na Serra da Cantareira onde relaxo e faço meus experimentos com os amigos ou mesmo acompanhada apenas do marido que já é uma excelente companhia e é bem crítico na avaliação do material produzido, tanto do sabor como do visual. Sorte a minha (risos).

Esta dica foi até dele porque viu no terreno da casa muitos moranguinhos, mas ao colher viu que não tínhamos tantos assim, mas como a ideia já tinha sido lançada, resolve seguir. Como era pouca fruta, então, fiz mini caipirinha. Ficou bem saboroso, mas se tivesse um pouco mais teria sido melhor. Abaixo a quantidade que usei para mini caipirinha individual:

Ingredientes:

  • 60 ml cachaça Salínissima
  • 5 moranguinhos Silvestre, sendo que 1 será usado para decorar o drink
  • ½ limão Tahiti
  • 2 colheres (café) de açúcar

Modo de fazer:

Este não tem nenhum segredo não. Descasque limão como sempre fazemos, deixando um pouco da casca. Neste vídeo aqui tem como fazer. Corte em gomos e separe 2 para usar no drink. Coloque no copinho com a polpa para cima, acrescente o açúcar e, por cima do açúcar, os moranguinhos silvestres. Daí, amasse bem para soltar o caldo e sabor das frutas. Mexa, coloque o gelo e, por cima do gelo, coloque a cachaça. Finalize decorando o topo do copo com um moranguinho.

 

Sobre a cachaça Salínissima – Com 42% de graduação alcoólica e foi descansada em toneis de Bálsamo, realmente, tem um saborzinho diferente e que harmonizou super bem, sem roubar o sabor do moranguinho e nem do limão, mas marcando bem a presença do sabor da cachaça. Aliás, achei a cachaça bem interessante e vou usá-la nums post que farei sobre o meu treino em aperfeiçoar o paladar para conhecer as cachaças e melhorar a harmonização nas caipirinhas. O sabor da Salínissima é bem marcante e acredito que num teste de paladar ela deve ser inconfundível, achei bem diferente das que experimentei até o momento. Resumidamente, consider mais uma cachaça que prova o que venho afirmando desde o início do trabalho aqui no blog: Quanto melhor a cachaça, melhor a caipirinha e cada uma tem sua particularidade e poder de harmonização com os ingredientes.

 

 

Caipirinha Sabor de Infância

Para as crianças o dia 12 de Outubro é uma data muito especial, sinônimo de comemorações diversas e até presentes. Para os adultos ficam as recordações e, por isso, pensamos numa dica bem legal para ser saborear a ocasião.

A Caipirinha com Sabor de Infância: A cachaça escolhida foi da Esalq, a minha “escola” oficial onde tenho aprendido muito sobre cachaça, escolhi a descansada em barril de amendoim, afinal, amendoim tem tudo a ver com as crianças. Eu pelo menos adorava o amendoim com casquinha doce feita com groselha, aliás, falando em groselha também acrescentei no preparo desta dica. O toque final para dar um colorido e muito mais sabor ficou por conta do algodão doce azul (sabor uva) e o rosa (sabor tuti frutti).

O resultado final não ficou tão do jeito que imaginei. Eu queria a groselha escoorendo no vidro e o algodão doce bem encorpado, mas não deu… A groselha artesanal se misturou muito rapidamente à cachaça, tingindo todo o conteúdo. Escolhi o pote de conserva porque é grande e dá para compartilhar com os amigos, bem coisa de criança quando temos que oferecer o que estamos tomando. Por fim, percebi que este seria o recipiente ideal porque a boca do vidro é mais fechada e dá para prensar o algodão doce no topo do drink, isto porque em contato com líquido o algodão doce dissolve rapidinho.

Apesar do visual não ter ficado exatamente como eu queria, o sabor sim, me surpreendeu: um misto de tuti-frutti, uva, groselha, azedinho do limão e o sabor da cachaça. Realmente, o sabor da minha infância.

Vale super a pena fazer e é uma ótima oportunidade de reunir os amigos da época de criança que você não vê há muito tempo para papear e relembrar os bons momentos da época. Só faltou a pipoca (risos).

Ingredientes:

– 01 limão Tahiti
– 01 colher (sopa) açúcar
– 04 doses de cachaça (usei da Esalq descansada em tonel de amendoim)
– gelo
– algodão doce de pote (comprei da marca Mavalério na rede de doces Marsil, mas vende em vários supermercados)
– 1 dose de groselha artisanal (comprei com Gonçalves-MG)

Modo de Fazer:

Num copo a parte preparei a caipirinha como de costume, inclusive já com o gelo. Não sabe fazer caipirinha? Acesse o nosso vídeo aqui. Daí, no pote de vidro, coloquei a groselha e girei para espalhar em toda lateral. Rapidamente, coloquei a caipirinha preparada no outro copo dentro do vidro, peguei o algodão doce e ao colocar no topo do drink começou dissolver, então, prensei na “boca” do vidro e mesclei como consegui as cores do doce. O limão na borda também deu o toque final.

Ao beber, cada sabor que eu ia percebendo, me fazia lembrar de algo da infância: a groselha o suco que meu pai preparava e o amendoim doce que comprava no terminal de ônibus da Penha (SP), quando ia visitar minha avó em Itaquera. O algodão doce me levou para a época que eu ia na quermesse da Paróquia Santo Antônio, no bairro Gopouva, em Guarulhos (SP)… Enfim… Uma viagem no tempo que quero repetir neste 12 de outubro.

Caipirinha com Figo e Gengibre

Ainda da série Caipirinhas inspiradas em Gonçalves (MG), desta vez uma dica da amiga Josy Magnani, que pediu para eu preprar uma caipirinha com Figo e Gengibre.

Usei figo em calda, gengibre in natura e, claro, todos os ingredientes para termos a caipirinha: cachaça, limão, açúcar e gelo.

Ficou uma delícia, extremamente saborosa e gourmet.

Confira a receita:

  • 1 limão rosa, também conhecido como limão cravo ou limão caipira
  • 2 colheres (sopa) açúcar
  • 3 figos em calda
  • Raspas de gengibre
  • Gelo a vontade

Modo de fazer: Descascar e cortar o limão como ensinamos neste vídeo para não amargar. No copo, colocar as partes do limão com a polpa voltada para cima, acrescentar os figos cortados ao meio e, então, o açúcar e as raspas do gengibre. Amassar bem para soltar o caldo do limão com a polpa do figo. Misturar bem para harmonizar o sabor de todos os ingredientes. Colocar o gelo e acrescentar a cachaça. Finalizar decorando a borda com uma lâmina do limão e um pedacinho de figo para, além de deixar o visual elaborado, também sinalizar o sabor do nosso drink.

Fica uma delícia!

 

Dica: Use 2 copos para fazer a caipirinha como apresentada na foto. Em um copo você amassa o limão, as folhas e o açúcar num copo e reserva o conteúdo. O outro você decora a borda passando na cachaça e, em seguida, no açúcar aromatizado. Daí, é só passar o limão do primeiro copo para este com a borda decorada, sem deixar o conteúdo encostar para não estragar a decoração. Acrescenta o gelo e a cachaça e pronto. Só saborear!

Caipirinha com Folhas de Laranjeira

Passando o fim de semana na casa de campo da minha amiga Josy Magnani, não resisti às folhas de laranjeiras e limão rosa do quintal dela e resolvi colocar em prática a dica de um outro amigo, o Renato Maillo, que certa vez comentou comigo sobre caipirinha com folha de laranjeira.

Eu estava tão inspirada com a beleza de Gonçalves (MG) que usei um açúcar aromatizado com noz moscada, canela em pó e cravo.

Quer saber, ficou uma delícia!

Confira a receita:

  • 1 limão rosa, também conhecido como limão cravo ou limão caipira
  • 2 colheres (sopa) açúcar aromatizado
  • 6 folhas de laranjeira
  • gelo a vontade

Modo de fazer: Descascar e cortar o limão como ensinamos neste vídeo para não amargar. No copo, colocar as partes do limão com a polpa voltada para cima, acrescentar as folhas de laranjeira e, então, o açúcar. Amassar bem para soltar o caldo do limão e masserar as folhas que soltarão o sabor da laranjeira.

Misturar bem. Colocar o gelo e acrescentar a cachaça. Finalizar decorando a borda com uma lâmina do limão e um galhinho com folhas da laranjeira para dar o toque final e sinalizar o sabor do nosso drink.

Ficou uma delícia!

 

Dica: Use 2 copos para fazer a caipirinha como apresentada na foto. Em um copo você amassa o limão, as folhas e o açúcar num copo e reserva o conteúdo. O outro você decora a borda passando na cachaça e, em seguida, no açúcar aromatizado. Daí, é só passar o limão do primeiro copo para este com a borda decorada, sem deixar o conteúdo encostar para não estragar a decoração. Acrescenta o gelo e a cachaça e pronto. Só saborear!

Descobrindo Gonçalves (MG): Além das belezas do campo, fomos buscar também novidades em ingredientes para nossas caipirinhas

Está virando hábito viajar e conhecer as riquezas regionais em ingredientes para sugerir inovações nos sabores das caipirinhas: cachaças e frutas da região. E por ser um post que associa uma cidade turística, claro que não temos como deixar de homenagear aqui o blog Longe e Perto da nossa querida amiga Carla.

Mas voltando a viagem para Gonçalves, em Minas Gerais, o fim de semana de 12 a 14 de agosto dediquei para acompanhar minha amiga Josy Magnani que veio de Orlando (EUA) e me convidou para acompanhá-la até Gonçalves (MG). Topei na hora, afinal, os motivos eram diversos para isto: amiga nota 10, bom papo, muitas risadas garantidas e uma casa aconchegante e linda.

Mas só fui porque ela topou uma condição: me ajudar descobrir novas cachaças e experimentar minhas caipirinhas que compartilho aqui no blog e ela aceitou (risos).

Fomos até o Sítio da Dona Manoela, localizado no bairro Três Barras, bem no pé da serra já chegando em Gonçalves (MG). Neste lugar é é fabricada a cachaça mais famosa na região até mesmo porque leva o nome do local: Cachaça Gonçalves. No rótulo vem escrito que a fabricação é 100% artesanal e feita desde 1952.

Na “lojinha” onde são vendidas as cachaças, tem várias opções expostas, inclusive, aguardentes com sabores e licores. Tem até um tonel pequeno com aguardente (cabeça do processo da cachaça) como foi a primeira vez que encontrei este tipo de bebida, claro que experimentei. Não gostei muito não, com 60% de teor de álcool, desce quente demais e parece que explode na boca(risos). Eles identificam como cachaça, mas neste teor de álcool esta possibilidade é totalmente descartada.

Particularmente, não gostei e como o foco do blog são receitas sempre com cachaça, optei pela cachaça natural porque já tenho receitas de bidestilada com outras marcas e a natural do local, achei que prevaleceria bem a essência do lugar no post.

Esta Cachaça Natural sendo cristalina e com sabor mais intense um pouco garantiu a personalidade da bebida, mas sem roubar os sabores dos demais ingredientes.

Daí, conversando com o caseiro da minha amiga, ele comentou da cachaça Amélia que, segundo ele, é a melhor que ele compra ali na região. Se é a melhor, então, temos que testar na caipirinnha e se ficar bom postar no blog. Tanto ficou que tem 2 receitinhas novas e uma feita com a Cachaça Gonçalves e outra com a Cachaça Amélia: Caipirinha com Limão Rosa e Folhas de Laranjeira e Caipirinha com Figo em Calda e Gengibre.

Conheça neste link um pouco mais sobre a cidade Gonçalves (MG) clicando aqui.

Dia dos Pais – Que tal presentear com Cachaça?

Se a ideia e inovar no presente, confira dicas de cachaças ou mesmo receitas de caipirinhas para comemorar a data

Dia dos pais está chegando e se você ainda não sabe o que vai comprar para presentear, surpreender e agradar, então este post é para você.

Você já parou para analisar como o mercado de cachaça evoliu e, atualmente, disponibilizando muitos rótulos nobres? Tem até cachaça com flocos de ouro. Isso mesmo! Então, por que não surpreender o paizão com cachaças nobres? Abaixo separamos algumas dicas de cachaças finas para você conhecer e fazer sucesso no presente.

reserva 51 mediaCachaça Reserva 51 – Uma opção é presentear com uma versão nobre da tradicional e querida cachaça 51. Com tiragem limitada, esta é uma bebida destilada feita das mais nobres variedades de cana-de-açúcar e envelhecida, exclusivamente, em barris de carvalho. O resultado é uma cachaça de paladar macio, com bouquet inconfundível.

Por ser uma cachaça nobre e especial, Tanto a garrafa como a tampa, também são diferenciadas, por isso, desenvolvidas pelos mais renomados fornecedores do mundo. O cartucho é um verdadeiro presente e o rótulo impresso em papel reciclado com design que remete a um ar envelhecido e contemporâneo.

Preço no Empório Basílico: R$159,00 Compre agora: www.emporiobasilico.com.br

IMPORTANTE – Promoção limitada: Compre este kit no Empório Basílico no link acima e GANHE 01 Cantil da 51.

 

Cachaca Middas GoldenMiddas Ouro: Se a ideia for impressionar mesmo, por que não dar uma cachaça com flocos de ouro? O paizão não só ficará feliz como exibirá para todos os amigos que chegarem, afinal, estamos falando de uma preciosidade. Uma bebida artística, refinada e própria para agradar os mais sofisticados paladares.

Esta cachaça possui um blend exclusivo, composta por uma cachaça de dois anos, armazenada em tonel de madeira de amendoim do campo e outra cachaça armazenada em aço inoxidável. Possui baixa acidez e de intensa sensação olfativa, ideal para preparar drinks, inclusive, a caipirinha ou mesmo para ser apreciada pura. Acompanha cápsula de ouro a parte para ser misturada na bebida.

Preço na loja própria on line: R$180,00 – Compre agora: www.middascachaca.com.br

 

Velho Barreiro OuroVelho Barreiro Ouro: Esta Edição Especial Ouro da Velho Barreiro é de impactar no presente. Pois a garrafa totalmente dourada dá um charme ao presente e até já ganhou o “Prêmio Embanews” tamanha beleza que impacta o público no Ponto de Venda.

É um blend especial que combina cachaças amarelas envelhecidas com a branca tradicional, como forma de chamar a atenção dos consumidores apreciadores que gostam de algo diferenciado.

Preço Médio: R$45,77 (700 ml)

Compre agora: www.emporiowebvelhobarreiro.com.br 

 

 

kit Prosa MineiraProsa Mineira: Já que Minas Gerais tem fama de boa cachaça, então, as cachaças da Prosa Mineira do sul de Minas Gerais, certamente, farão sucesso. Uma boa sugestão é este kit com estojo personalizado que inclui 01 Cachaça Prosa Mineira Ouro e 01 Cachaça Prosa Mineira Tradicional, além de acompanhar 1 copo de vidro personalizado para degustar as cachaças.

Preço: R$80,00 + frete – Compre agora: www.cachacaprosamineira.com.br

 

 

kit caipirinhaKit Caipirinha Velho Alambique: Que tal um kit para fazer Caipirinha que ja vem com a cachaça? Este aqui é o kit da cachaça Velho Alambique. A cachaça é elaborada a partir de canaviais próprios que não possuem nenhum tipo de agrotóxico. A cana-de-açúcar é cultivada de maneira orgânica, o que permite um sabor surpreendente e diferenciado na cachaça.

Preço no Cachaça Express: R$77,90 + frete

Compre agora: www.cachacaexpress.com.br

Mais do que dar um presente, o ideal é estar presente e comemorar a data. Então, preparamos também sugestões de caipirinhas gourmet para que este Dia dos Pais tenha um sabor diferente e marcante, como deve ser. Confira sugestões:

Mas, lembre-se: Beba com moderação para não estragar a diversão.

Caipirinha Serrana

Neste fim de semana, de 08 a 10 de julho, estive em Monte Verde (MG) para prestigiar o Festival de Inverno 2016 e foi uma delícia. Por 3 motivos: estava precisando de um fim de semana para descansar, estava na acompanhada do meu marido e com minha amiga-irmã, Kelen Garcia e o esposo dela. Rimos muito, comemos bastante e nem uma crise de tosse alérgica que a acometeu, atrapalhou nosso passeio.

Foi tão bom que me inspirei para fazer uma caipirinha em homenagem ao Blog Longe e Perto da colega Carla Caldas. Estou tão em empolgada e comprometida com as postagens para o blog que quando viajo levo a tira colo o meu kit caipirinha, saio desbravando alambiques e faço um drink temático (risos).

Neste aqui usei cachaças Filha da Truta do alambique que fica ao lado do famoso Restaurante Paulo das Trutas, bem lá nas montanhas do Distrito. Usei a Cachaça curtida com a fruta cambuci porque vi várias recomendações na internet e fiquei curiosa, mas a base foi com videstilada por recomendação do Vitor que nos atendeu no alambique. Na ocasião ele mencionou que este tipo de cachaça permite sentirmos melhor o sabor e não dá dor de cabeça.

Para finalizar e deixar a caipirinha bem temática ao Distrito de Monte Verde (MG), passamos na borda o composto que minha amiga comprou na tia Nata para tentar acalmar a crise de tosse e febre que ela vinha tendo e finalizamos decorando com açúcar. Este composto foi feito à base de mel, agrião, eucalipto, guaco e extrato de própolis deu o toque final na hora de saborear. O marido dela, Alexandre Montini, provou e aprovou a receita que você confere abaixo – drink individual.

 

Ingredientes:

  • ½ limão siciliano (como este limão é grande e tem muito caldo, optei por usar apenas a metade)
  • 1 colher (chá) de grãos pimenta rosa
  • 1 e ½ colher rasa (sopa) com açúcar
  • ½ dose de cachaça bidestilada (30ml) – Filha da Truta
  • ½ dose de aguardente com cambuci (30ml) – Filha da Truta
  • Composto mel, agrião, eucalipto, guaco e extrato de própolis – Tia Nata
  • Gelo à vontade

 

Modo de preparo:

Fazer a base da capirinha tradicional: amassar o limão com o açúcar;

Acrescentar os grãos de pimenta rosa e amassar de leve;

Em seguida, acrescentar a cachaça bidestilada e misturar bem;

Daí, já decora a borda do copo no qual a bebida será servida;

Passamos o composto de mel, agrião, eucalipto, guaco e extrato de própolis em toda a borda;

Passamos a borda no açúcar refinado, mas pode ser cristal mesmo. O Cristal é melhor ainda poque não deixa escorrer;

Colocamos a base da caipirinha no copo decorado;

Acrescentamos o gelo;

Daí vem a cachaça Cambuci sobre o gelo;

Finalizar a decoração do copo colocando uma lâmina de limão também na borda para dar um charme.

 

Está pronto o drink, só saborear!

Caipirinha com Caqui

Nunca imaginei que a combinação do caqui com os ingredientes da tradicional caipirinha seria tão interessante.

De tanto ver a fruta tão bonita, não resisti e resolvi experimentar na caipirinha e ficou 10. Super-recomendo.

Fiz com a cachaça Premium da marca mineira Alambique Diamond – 40% vol. de álcool.

Confira como fizemos.

 

Ingredientes:

  • 2 limões rosa
  • 50ml de cachaça
  • 2 colheres (sobremesa) de açúcar
  • 1/2 caqui ou o quanto desejar
  • gelo a gosto

 

Modo de preparo:

Coloquei a metade do caqui com casca mesmo e amassei com o açúcar, depois acrescentei o limão descascado e sem sementes. Amassei também. Mexi bem para misturar os ingredientes e distribuir o sabor. Coloquei o gelo e acrescentei a cachaça.

Olha que ficou muito bom! Tão bom que no dia seguinte fiz novamente numa festa que fui, mas daí como a quantidade era maior, optei por bater metade do caqui no liquidificar e metade amassada porque gosto dos pedacinhos das frutas. E sabe de uma coisa: ficou melhor ainda porque o sabor do caqui que é bem sutil, ficou mais intenso um pouco.

Seja batido no liquidificador ou não, fica bom do mesmo jeito, mas daí já vale um novo post para explicar certinho como fizemos, apesar de ser com os mesmos ingredientes. O modo de fazer, por fim, será questão de gosto. Mas podem apostar que o caqui combina e muito com caipirinha.

 

Carga tributária sufoca pequenos produtores de cachaça

A carga tributária está sufocando um dos patrimônios do Brasil: a cachaça de alambique. Pequenos produtores têm enfrentado com muitas dificuldades o aumento dos impostos. No ano passado, o Governo Federal elevou em 30% a taxa do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para os produtores e importadores de bebidas alcoólicas.

A cachaça é a segunda bebida mais consumida do País, perdendo apenas para a cerveja. Seu consumo é quase 5 vezes maior do que o do whisky (348 milhões de litros) e da vodca (270 milhões de litros). Além disso, os micro e pequenos produtores de cachaça não podem se enquadrar no Simples Nacional. De acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), o consumidor paga 83,07% de impostos sobre o preço final do produto.

“A indústria de cachaça de alambique é uma indústria social, onde o mais importante são os empregos gerados, principalmente na zona rural, evitando o adensamento populacional nos cinturões das grandes cidades”, diz Moacir Menegotto, proprietário da cachaça Casa Bucco, do Rio Grande do Sul.

O pequeno produtor reclama do “poder arrecadatório” do fisco brasileiro, tratando todos os fabricantes de bebidas alcoólicas da mesma forma. “Nós pagamos as mesmas taxas dos grandes produtores”. E faz um alerta: “Para cada alambique que fecha dezenas de pessoas ficam desempregas e buscam a migração como alternativa”.

A mesma opinião é compartilhada pela empresária Jaqueline Calvo, da cachaça Dedo de Prosa, sul de Minas Gerais. “Estamos nadando contra a corrente. Pagamos R$ 2,90 de IPI pela garrafa, enquanto o grande paga três vezes menos. Quando poderíamos vender três caixas, vendemos apenas uma”.

Marcos Macedo, da cachaça Tiquara, do interior de São Paulo, acredita que se não forem tomadas providências muitos alambiques irão fechar ainda este ano. Segundo o Ibrac, o Brasil possui capacidade instalada de produção de cachaça de aproximadamente 1,2 bilhão de litros.

Atualmente, são mais de 40 mil produtores (4 mil marcas). As micro-empresas correspondem a 99% do total de produtores. Suas atividades agropecuárias incluem a produção de milho, feijão, café, e leite, entre outras, e a produção de Cachaça. O setor da Cachaça é responsável pela geração de mais de 600 mil empregos, diretos e indiretos.

 

Fonte: www.sindifisconacional.org.br

Mitos e Verdades da Cachaça

Desvende os mistérios sobre a cachaça, bebida originalmente brasileira e que ainda temos várias discussões sobre a origem, nomes corretos etc.. Confira!

1. Cachaça, pinga e aguardente são a mesma coisa?***

Mito. A cachaça é um produto tipicamente brasileiro, destilado do mosto fermentado da cana de açúcar, com graduação alcoólica de 38% a 48%. Já aguardente é o nome dado para qualquer bebida feita a partir da fermentação de vegetais doces ou frutas com graduação alcoólica entre 38% e 54%. Um destilado de caju, por exemplo, pode ser chamado de aguardente de caju. Sendo assim, toda cachaça é uma aguardente, mas nem toda aguardente é cachaça.

Pinga, caninha e branquinha são alguns apelidos dados à cachaça.

2. Para ser considerada cachaça, a bebida tem que ser produzida no Brasil?

Verdade. A cachaça é uma denominação típica e exclusiva da aguardente de cana produzida no Brasil.

3. A cachaça foi criada em Minas Gerais?

Mito. É difícil afirmar com exatidão onde e quando a primeira cachaça foi criada. No entanto, são duas as hipóteses aceitas: Em Itamaracá (PE) no ano de 1516 ou em 1532, em São Vicente (SP). Em Minas Gerais, a cachaça só se proliferou depois do ciclo de ouro.

Segundo o portal G1*, a cachaça foi criada no século XVI, em 1534, em São Vicente, no estado de São Paulo.

4. A cachaça deve ser tomada em pequenos goles?

Verdade. A cachaça deve ser tomada em pequenos goles e envolver toda a boca antes de ser engolida. Este ritual permite apreciar a bebida. Segundo o portal G1*, ela deve ainda descansar no ‘chão da boca’ para que todos os gases voláteis sejam sentidos pelo paladar.

Recomendamos também intercalar a cachaça com água para hidratar o organismo e evitar o incomodo da dor de cabeça.

5. A cachaça deve ser servida em copo de vidro?

Verdade. O copo de vidro por ser transparente permite o apreciador analisar a oleosidade da bebida ao girar o copo. Se ela cair muito rápido é porque há muita água na cachaça, portanto, não sendo uma bebida muito elaborada. Outra dica na avaliação, antes de degustar, é estar atento ao aroma que não pode incomodar o apreciador.

6. A cor da bebida é sinal de qualidade?

Mito. O que determina a cor da cachaça é o tipo de madeira dos toneis em que a mesma for envelhecida. Logo após o processo de produção, toda cachaça é branquinha (incolor).

7. Quanto mais envelhecida a cachaça, melhor?

Mito. A percepção de qualidade da cachaça tem muito a ver com o gosto do apreciador. Quanto mais tempo armazenada nos toneis de madeira, mais intenso o sabor. Muitos especialistas avaliam que não a cachaça branca não perde em nada para as demais com relação à qualidade.

8. Cachaça tem prazo de validade?

Mito. O teor de álcool da cachaça é no mínimo 38%, sendo assim, é o suficiente para conservar a cachaça por tempo indeterminado, desde que armazenada corretamente (bem vedada). “Ela dura mais de 20 anos fechada, sem problema algum. Quando aberta, como entra em contato com o oxigênio, pode haver mudança em seu sabor”, pondera. Em entrevista ao portal Gazeta do Povo**, Manoel Agostinho Lima Novo que é especialista sobre a bebida e autor do Blog Mundo da Cachaça, ele declara que a cachaça dura mais de 20 anos fechada, sem problema algum. No entanto, quando aberta, entra em contato com o oxigênio, podendo alterar o sabor.

9. Cachaça abre o apetite?

Verdade. Isto porque a bebida consome a glicose do organismo e abre espaço para a comida.

10. Cachaça com mel ajuda curar gripe?

Mito. Apesar de vários relatos, não há estudos científicos que comprovem tal benefício. A origem da caipirinha é um destes relatos, lembrando, que ela teria sido criada para curar a gripe espanhola com uma mistura de cachaça, mel, limão e alho.

Já segundo o portal G1, seria Meia Verdade porque a caipirinha era uma espécie de remédio caseiro usado no século XIX. Sendo assim, a cachaça com mel pode aumentar o metabolismo e ajudar na cura da gripe.

11*. A cachaça pode ser produzida a partir de qualquer fruta?

Mentira. A cachaça só pode ser produzida da garapa da cana-de-açúcar. O resto é aguardente, seja produzido com fruta ou mesmo vegetal.

12. Quando a cachaça é boa demais, não recomendamos fazer caipirinha?

Mentira. Quanto melhor a cachaça, melhor o sabor da caipirinha.

13. A cachaça nasceu dentro de uma senzala?

Mentira. A bebida foi criada nos engenhos de açúcar São Jorge, Santa Maria e São João dos Erasmos, em São Vicente (SP), em 1534.

14. Cachaça combina com tira-gosto?

Verdade. A bebida harmoniza bem os sabores do salaminho, fritas, assados, carnes e até frutos do mar. Porém já não combina com pães, massas e biscoitos.

15.** As cachaças artesanais são mesmo melhores do que as industriais?

Verdade. Para o estudioso, são sim. Numa entrevista ao portal Gazeta do Povo, o especialista e autor o Blog Mundo da Cachaça, Manoel Agostinho Lima Novo, explica que o cuidado na produção é que faz toda a diferença. “Quando se produz a bebida, um dos passos é destilar. Nesta etapa, os primeiros elementos a surgirem são os mais voláteis, como o metanol. No final da destilação, surgem elementos secundários que agridem o sistema nervoso. Há que se eliminar tanto o metanol quanto estes elementos secundários. Dizemos que é cortar a cabeça e a cauda, e ficar apenas com o coração da produção. O que os produtores artesanais fazem é a cachaça do coração da produção. Já as industriais não, pois precisam produzir mais e mais rápido. Engarrafam o líquido com metanol e com outros agentes nocivos”, conclui.

Fontes:

www1.folha.uol.com.br

* www.g1.globo.com

**www.gazetadopovo.com.br

! Nota do blog Caipirinha Prendada X Origem da Cachaça

Em nossas pesquisas, encontramos divergências de datas, uma vez que o portal Folha S. Paulo menciona o ano 1532, num engenho, em São Vicente –sem especificar qual. Já no portal da Folham encontramos informações com a data de 1534 e mencionando os engenhos São Jorge, Santa Maria e São João dos Erasmos. Nossa dica e achando novidades, por favor, passe para nós que faremos os ajustes aqui também.

No portal www.cachacavaleverde.com.br encontramos ainda outras divergências mencionando que alguns historiadores afirmam que os egípcios são os verdadeiros criadores da bebida. E ainda há quem afirme, dentro da comunidade acadêmica, que os gregos registraram o processo de obtenção da acqua ardens, água ardente.